Quinta do Crasto
Reserva Vinhas Velhas
- Nota no Vivino
- 4,3 (42.037 avaliações)
- Menor preço no Mercado Livre
- R$ 382,00 preço de 30/10, entre 6 lojas
- Histórico de preço
- Nenhuma queda ainda.
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Ficha técnica
- Uvas
- Corte de uvas tintas do Douro provenientes de vinhas velhas (vinhas mistas, não varietais), com cada parcela plantada com dezenas de castas diferentes entre si — fichas técnicas de outras colheitas já citaram misturas de 25 a 30 castas distintas. fonte [1]
- Solo
- Solo de xisto (formações de xisto complexo), típico do Douro, trabalhado em socalcos de pedra junto às encostas mais próximas do rio; o xisto absorve e retém calor, o que ajuda as vinhas no clima seco da região. fonte [1]
- Clima
- Clima seco, próprio do Cima Corgo (sub-região do Douro mais seca que o Baixo Corgo, com produtividades mais baixas), com vinhas de exposição predominantemente a este e a sul, boa insolação, e raízes que se aprofundam no solo em busca de água. fonte [1]
História
A Quinta do Crasto tem registos de produção de vinho que remontam a 1615, tendo recebido na época o estatuto de Feitoria, a classificação mais alta de vinhedo então existente. O nome 'Crasto' vem do latim 'castrum', que significa forte romano. Entre 1758 e 1761, o Marquês de Pombal mandou colocar 335 marcos de granito para delimitar a primeira região vinícola demarcada do mundo, e um desses marcos, datado de 1758, ainda está na propriedade. No início do século XX, a quinta foi adquirida por Constantino de Almeida, fundador da casa de vinhos Constantino; após sua morte em 1923, o filho Fernando Moreira d'Almeida assumiu a gestão, mantendo a produção de Vinho do Porto de alta qualidade. Em 1981, Leonor Roquette, filha de Fernando, e o marido Jorge Roquette assumiram a gestão e a maioria da propriedade, renovando e ampliando os vinhedos e iniciando a produção dos vinhos DOC Douro pelos quais a quinta é hoje conhecida. Atualmente a família Roquette está na quarta geração à frente da propriedade. fonte [1]
Vinhedo e solo
As uvas vêm de vinhas velhas da Quinta do Crasto, com idade média de cerca de 70 anos, distribuídas por cerca de 40 hectares divididos em 42 parcelas diferentes, nas quais se destacam a Vinha da Ponte e a Vinha Maria Teresa. A propriedade situa-se na margem direita do rio Douro, entre a Régua e o Pinhão, na sub-região do Cima Corgo, em socalcos de xisto. O rendimento médio dessas vinhas antigas é baixo, cerca de 3.000 litros por hectare, o que contribui para a concentração e complexidade do vinho. fonte [1] [2]
Vinificação e amadurecimento
O baixo rendimento das vinhas velhas resulta em um vinho concentrado e complexo. A produção anual varia entre cerca de 80 mil e 90 mil garrafas, conforme as condições da colheita e as decisões da equipa de vinificação. O vinho estagia por aproximadamente 18 meses em barricas de carvalho francês e americano e é engarrafado sem filtragem, podendo formar sedimentos com o tempo. fonte [1]
Notas de degustação
Olfato: Aromas complexos, com fruta e madeira bem integradas e um toque especiado.
Paladar: Boca intensa e profunda, equilibrada por uma estrutura tânica firme, com final longo e persistente.
fonte [1]
Harmonização
Ideal para acompanhar pratos robustos de carne e de caça. fonte [1]