Louis Roederer
Cristal Brut Champagne (Millésimé)
- Nota no Vivino
- 4,6 (54.343 avaliações)
- Menor preço no Mercado Livre
- R$ 2.500,00 preço de 30/10, entre 14 lojas
- Histórico de preço
- Nenhuma queda ainda.
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Ficha técnica
- Uvas
- Corte tradicionalmente próximo a 60% Pinot Noir e 40% Chardonnay. Na safra 2012, o corte confirmado pela própria Roederer foi exatamente 60% Pinot Noir e 40% Chardonnay, com dosagem final de 7 g/L. fonte [1]
- Solo
- O Cristal provém de 45 parcelas ("lieux-dits") em vinhedos Grand Cru, totalizando cerca de 80 hectares, divididos entre três regiões: La Rivière (Vallée de la Marne), La Montagne de Reims e La Côte des Blancs. O calcário (craie) é citado pela própria maison como elemento central do solo, responsável pela frescor e salinidade típicos do vinho. fonte [1] [2]
- Clima
- A região de Champagne tem clima de transição entre influências atlânticas e continentais, com temperatura média anual baixa (em torno de 10-11°C), o que a coloca no limite climático para a maturação da uva — fator que confere acidez e frescor característicos aos vinhos da região. fonte [1]
- Amadurecimento
- O Cristal passa cerca de 6 a 10 anos em garrafa nas adegas da Louis Roederer antes de ser liberado. A degola (remuage) é feita exclusivamente à mão, e após o dégorgement o vinho ainda repousa por um longo período antes da expedição. Para a safra 2012, cerca de 32% do vinho-base foi vinificado em barricas de carvalho. fonte [1] [2]
- Temperatura de serviço
- A Louis Roederer recomenda servir seus champagnes entre 9°C e 12°C, variando conforme a maturidade do vinho; temperaturas um pouco mais altas ajudam a revelar os aromas, embora alguns prefiram o champagne bem gelado. fonte [1]
- Potencial de guarda
- A casa considera que o Cristal, quando lançado, já atingiu sua maturidade de consumo ideal, mas pode continuar evoluindo por anos ou mesmo décadas se guardado em adega fresca e escura — a garrafa laranja protege o vinho da luz. Foi concebido para um envelhecimento extremamente longevo, ganhando com o tempo mais profundidade, finesse e complexidade aromática. fonte [1] [2]
História
A casa Louis Roederer foi fundada em Reims em 1776, originalmente sob o nome Dubois Père & Fils. Em 1833, Louis Roederer herdou o negócio de seu tio e deu à maison seu próprio nome, expandindo as vendas para mercados internacionais — entre eles a Rússia, onde a casa se tornou fornecedora da Corte Imperial. Em 1876, a pedido do czar Alexandre II, grande apreciador de champanhe, Roederer criou o Cristal, a primeira cuvée de prestige da Champagne, usando uma garrafa de cristal transparente e fundo chato especialmente desenhada para o czar. Após a queda da monarquia russa em 1917, a Roederer passou a comercializar o Cristal internacionalmente. A casa permanece até hoje independente e de controle familiar. fonte [1] [2]
Vinhedo e solo
As uvas do Cristal vêm de 45 parcelas em terrenos Grand Cru da Champagne, somando cerca de 80 hectares, repartidos igualmente entre três terroirs: La Rivière, na Vallée de la Marne; La Montagne de Reims; e La Côte des Blancs, com vilarejos como Verzenay, Verzy, Beaumont-sur-Vesle, Aÿ, Avize, Le Mesnil-sur-Oger e Cramant. fonte [1] [2]
Vinificação e amadurecimento
O vinho passa de 6 a 10 anos em garrafa nas adegas da Roederer, com degola feita exclusivamente à mão e um longo repouso após o dégorgement antes da comercialização. Em safras como a de 2012, parte do vinho-base (cerca de 32%) é vinificada em barricas de carvalho, contribuindo para a complexidade aromática. fonte [1] [2]
Notas de degustação
Olfato: Aromas de frutas cítricas e cristalizadas (como limão), raspas de cítricos, flores brancas e avelã tostada, com notas de fumaça e pâtisserie que vêm do envelhecimento em garrafa.
Paladar: Boca com frescor vivo e salino, textura sedosa e envolvente, e uma combinação de potência com delicadeza; a mineralidade calcária confere grande finesse ao vinho.
fonte [1]
Harmonização
O chef de cave Jean-Baptiste Lécaillon recomenda o Cristal com pratos de alta gastronomia, como moelas (sweetbreads), aves de Bresse e vieiras (scallops), buscando combinações refinadas que não ofusquem o vinho. fonte [1]