Dom Pérignon
Brut Champagne
- Nota no Vivino
- 4,6 (183.992 avaliações)
- Menor preço no Mercado Livre
- R$ 2.137,00 preço de 30/10, entre 10 lojas
- Histórico de preço
- Nenhuma queda ainda.
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Ficha técnica
- Uvas
- Corte de Chardonnay e Pinot Noir (sem Pinot Meunier), com uvas provenientes majoritariamente de parcelas classificadas Grand Cru e Premier Cru. A proporção exata entre as duas castas varia a cada safra, podendo em alguns anos ser praticamente equilibrada e em outros favorecer claramente uma das duas. fonte [1]
- Solo
- Solo típico da Champagne, com camada superficial de argila calcária e marga sobre um subsolo de calcário (craie). O calcário regula a drenagem e o fornecimento de água às vinhas, contribuindo para a tensão e a acidez fina características dos vinhos da casa; as parcelas de calcário mais puro, em cotas mais altas, tendem a favorecer o Chardonnay. fonte [1]
- Altitude
- Os vinhedos ligados à casa, na região de Hautvillers (Montagne de Reims), situam-se em encostas que vão de aproximadamente 100 m a 220 m de altitude em relação ao nível do mar. fonte [1] [2]
- Clima
- Clima temperado, com influência oceânica e continental, típico da Champagne. Em Hautvillers, a exposição sul das encostas favorece uma maturação mais segura das uvas, enquanto o ar frio que desce da floresta da Montagne de Reims ajuda a preservar a acidez em anos mais quentes. fonte [1]
- Amadurecimento
- O Dom Pérignon Vintage passa por um longo período de maturação em adega sobre as borras, bem acima do mínimo exigido pela apelação Champagne — um envelhecimento de pelo menos oito anos antes do lançamento como "Vintage". Edições posteriores da mesma safra (as "Plénitudes") recebem repouso ainda mais longo: P2 entre 12 e 15 anos e P3 a partir de 25 anos. fonte [1]
- Temperatura de serviço
- Recomenda-se servir entre 8°C e 10°C. fonte [1]
- Potencial de guarda
- Além do longo estágio em adega antes do lançamento, o Vintage ainda guarda bom potencial de evolução na garrafa após a compra, podendo melhorar por mais uma década ou mais segundo avaliações da imprensa especializada sobre safras recentes. fonte [1]
História
O Dom Pérignon é a cuvée de prestígio da Maison Moët & Chandon (grupo LVMH), que desde 1823/1794 é proprietária da antiga Abadia de Saint-Pierre de Hautvillers. O nome homenageia Dom Pierre Pérignon (1638–1715), monge beneditino que foi cellerier e procurador da abadia, responsável pelo cuidado das vinhas e pela produção de vinho local — a ele se atribui o aprimoramento do assemblage e da prensagem suave das uvas, embora a ideia popular de que ele teria 'inventado' o champanhe seja considerada um mito comercial surgido décadas depois, quando a Moët criou a cuvée que leva seu nome. O vinho é produzido apenas em safras consideradas excepcionais, sob responsabilidade do chef de caves da casa (Richard Geoffroy por mais de 28 anos, sucedido por Vincent Chaperon a partir de 2019). fonte [1] [2]
Vinhedo e solo
As uvas vêm de cerca de 600 hectares de parcelas classificadas Grand Cru e Premier Cru, dentro de um domínio maior de mais de 1.200 hectares da Moët & Chandon, distribuídos pela Côte des Blancs, pela Montagne de Reims e pelo Vale do Marne. O coração simbólico é Hautvillers, aldeia Premier Cru (93% na échelle des crus) situada a cerca de 5 km ao norte de Épernay, onde a floresta da Montagne de Reims protege as encostas voltadas ao sul dos ventos frios e ajuda a preservar a acidez das uvas. fonte [1] [2]
Vinificação e amadurecimento
A vinificação segue estritamente o método champenoise tradicional, com o objetivo de traduzir fielmente o caráter de cada safra declarada. Depois do assemblage de Chardonnay e Pinot Noir definido pelo chef de caves, o vinho passa por longa maturação sobre as borras na adega da casa antes do degorgement e do lançamento como Vintage. fonte [1]
Notas de degustação
Olfato: No nariz, a safra 2015 abre com notas tostadas e de cacau, evoluindo para toques florais (tília, jasmim, peônia), especiarias e um frescor vegetal e frutado, com indícios de casca de laranja e mamão verde.
Paladar: Na boca, a safra 2015 mostra entrada delicada que ganha generosidade e volume, com notas de pêssego e nectarina, toques cítricos e de genciana, terminando em final bem longo.
fonte [1]
Harmonização
Harmoniza bem com peixes delicados, frutos do mar, aves e queijos finos. fonte [1]