Moët & Chandon
Impérial Brut Champagne
- Nota no Vivino
- 4,1 (143.747 avaliações)
- Menor preço no Mercado Livre
- R$ 350,00 preço de 31/10, entre 2 lojas
- Histórico de preço
- Nenhuma queda ainda.
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Ficha técnica
- Uvas
- Corte de Pinot Noir (30% a 40%, que traz corpo), Pinot Meunier (30% a 40%, que traz suavidade) e Chardonnay (20% a 30%, que traz finesse). A assemblage reúne mais de 100 vinhos-base de quase 280 crus da Champagne, dos quais 20% a 30% são vinhos de reserva, usados para dar maturidade e constância de estilo ano após ano. fonte [1] [2]
- Clima
- A Champagne é a região vinícola mais setentrional da França, com clima fresco que favorece o uso de um corte de diferentes castas para equilibrar maturação e acidez. fonte [1]
- Amadurecimento
- Segundo informações do site oficial da Moët & Chandon, o vinho passa por cerca de 24 meses de estágio sobre as borras antes da degorgem, seguidos de mais aproximadamente 3 meses de repouso após a dosagem (dosagem de 7 g/l). Outras fontes de distribuidores citam um período total de maturação de até 36 meses sobre as borras para esta cuvée. fonte [1] [2]
- Temperatura de serviço
- Recomenda-se servir entre 6 °C e 8 °C, em taça tipo tulipa ou copo de vinho branco, para preservar aromas e a fineza das bolhas. fonte [1]
- Potencial de guarda
- É um champagne pensado para ser apreciado já em sua juventude, mas pode continuar evoluindo e ganhando complexidade por cerca de 4 a 5 anos adicionais de guarda em garrafa. fonte [1]
História
A maison Moët & Chandon foi fundada em 1743 em Épernay por Claude Moët. Em 1833 a casa passou a se chamar Moët et Chandon, após a entrada do genro Pierre-Gabriel Chandon de Briailles como sócio. O rótulo Impérial foi criado em 1869 e leva esse nome em homenagem a Napoleão, próximo da família Moët; desde então a cuvée se tornou o champagne mais emblemático e vendido da casa, presente em celebrações no mundo todo. Desde 1987 a Moët & Chandon integra o grupo LVMH. fonte [1] [2] [3]
Vinhedo e solo
O corte do Impérial reúne vinhos provenientes de quase 280 crus diferentes espalhados pela região da Champagne, refletindo a diversidade de terroirs que a maison utiliza para compor seu estilo característico, sem depender de um único vinhedo ou parcela. fonte [1]
Vinificação e amadurecimento
O champagne é elaborado pelo método tradicional, a partir de um corte de mais de 100 vinhos-base, incluindo de 20% a 30% de vinhos de reserva de colheitas anteriores, o que garante maturidade e constância de estilo de um ano para o outro. Depois do corte, o vinho estagia cerca de 24 meses sobre as borras antes da degorgem, recebendo uma dosagem de 7 g/l, e repousa ainda por mais alguns meses após essa etapa antes de ser comercializado. fonte [1] [2]
Notas de degustação
Visual: Cor amarelo-palha com tonalidade levemente dourada e reflexos verdes delicados.
Olfato: Aromas vibrantes de maçã verde e frutas cítricas, acompanhados por notas minerais e de flores brancas; em segundo plano aparecem notas mais maduras de brioche, cereais e nozes frescas.
Paladar: Boca generosa e saborosa, com frutas de polpa branca como pera, pêssego branco e maçã; a efervescência é fina e envolvente, e o frescor cítrico surge pouco a pouco, permanecendo no final de boca.
Harmonização
A própria Moët & Chandon recomenda este champagne com pratos crus como sushi, sashimi e carpaccios, frutos do mar e ostras, peixes de carne branca (como robalo, linguado e dourada) preparados crus ou levemente cozidos, e temperos com acidez marcante combinados a alguma gordura (manteiga, abacate, caviar). A casa sugere evitar contrastes muito doces, mel, chocolate amargo, especiarias queimadas e pratos ressecados pelo cozimento. fonte [1]