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Catena Zapata

Nicolás Catena Zapata

Tinto · Mendoza, Argentina

Nota no Vivino
4,4 (41.384 avaliações)
Menor preço no Mercado Livre
R$ 549,99 preço de 30/10, entre 5 lojas
Histórico de preço
Nenhuma queda ainda.

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Ficha técnica

Uvas
Corte de Cabernet Sauvignon e Malbec (com participação variável de Cabernet Franc conforme a safra); em uma das fichas consultadas, referente à safra 2021, a proporção é de 65% Cabernet Sauvignon e 35% Malbec. fonte [1]
Solo
Os solos variam conforme o vinhedo de origem: aluviais, profundos e com parcela argilosa em La Pirámide (Agrelo) e em Angélica (Lunlunta), e calcários com cascalho nas parcelas de maior altitude, no Vale de Uco. fonte [1] [2]
Altitude
As parcelas que compõem o corte ficam em altitudes que vão de cerca de 920 m, em Agrelo e Lunlunta (Luján de Cuyo/Maipú), a até 1.450 m em sítios do Vale de Uco, como Gualtallary. fonte [1] [2] [3]
Amadurecimento
O vinho estagia cerca de 24 meses em barricas de carvalho francês (parte delas novas), após fermentações separadas por parcela/vinhedo que só depois são reunidas no corte final. fonte [1] [2]
Temperatura de serviço
Entre 16 °C e 18 °C. fonte [1]
Potencial de guarda
É descrito pela própria vinícola e por críticos como um vinho feito para longa guarda, com estrutura tânica e acidez que sustentam evolução por muitos anos em garrafa. fonte [1]

História

A vinícola foi fundada em 1902 por um imigrante italiano em Mendoza; o neto do fundador, Nicolás Catena Zapata, economista, assumiu o negócio e, a partir do final dos anos 1970 e início dos anos 1980, inspirado em Bordeaux e no Napa Valley, decidiu plantar as variedades certas em sítios mais frios e altos da província. Esse projeto resultou, na safra de 1997, no primeiro rótulo batizado com seu nome (Zapata é o sobrenome materno), vinificado por José Galante. Logo após o lançamento, em 2000, o vinho venceu degustações às cegas contra rótulos como Château Latour, Opus One, Solaia e Caymus, o que ajudou a consagrá-lo como o primeiro vinho de luxo argentino exportado ao mundo; a Decanter mais tarde reconheceu o 1997 como um 'Wine Legend'. fonte [1] [2] [3]

Vinhedo e solo

O corte reúne uvas de vinhedos próprios da família Catena espalhados por diferentes altitudes de Mendoza: de parcelas mais baixas, como La Pirámide (Agrelo, Luján de Cuyo) e Angélica (Lunlunta, Maipú), com vinhas antigas de Malbec pré-filoxera, até sítios de altitude no Vale de Uco, como Gualtallary e Paraje Altamira. Essa busca por terroirs de maior altitude foi o projeto central de Nicolás Catena Zapata a partir dos anos 1980. fonte [1] [2] [3]

Vinificação e amadurecimento

As uvas de cada parcela são vinificadas separadamente, em dezenas a centenas de microvinificações, antes de se definir o corte final. O processo já incluiu fermentação de bagas inteiras em foudres de carvalho francês novo, com remontagem manual do chapéu e levedura nativa, e também o uso combinado de barricas pequenas de carvalho, tanques de concreto e de aço inoxidável, com fermentação malolática. O vinho envelhece depois em barricas de carvalho francês, com parte delas novas, por cerca de 18 a 24 meses, dependendo da safra. fonte [1] [2]

Notas de degustação

Visual: Cor violeta intensa, com reflexos pretos e azulados.

Olfato: Aromas complexos de fruta negra madura, cacau amargo e alcaçuz, com notas minerais, florais (violeta), herbáceas, especiadas e de pimenta.

Paladar: Boca estruturada, com notas minerais e de cassis/groselha, taninos presentes e final longo e persistente.

fonte [1]

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